sábado, 23 de dezembro de 2017

A freguesia da tabernóia

Da leitura do Observador fico a saber que, Teresa Caeiro — uma das medíocres turiferárias que, por lá (AR), andam a aquecer os assentos das cadeiras até se tornarem imprestáveis ― terá sido confrontada sobre a sua pretérita pertença aos órgãos sociais da Raríssimas. Terá negado.

A questão ― lendo o texto da notícia — é: – Negou, porquê? Não encontro razão sequer frouxa para a sargente regimental, denegar; afinal, apenas compôs a mesa da Assembleia Geral – um ‘cargo’ que se confia a alguém que, por calhau que seja, saiba ler e escrever.
Assim sendo, aparentemente, inexistem razões para a minha patente irritação. Mas há! …na invocação, no protesto e na praga, na abjuração.

Direi que, as razões que escoram a minha razão, são imperceptíveis mas, de tal forma profundas que, passam as gerações, e não desvanecem ― não há instrução que valha, à excepção de um mix de 1 – instrução de qualidade, 2 – aculturação voluntária e 3 – um corte efectivo com o ovil. Desde que não se libertem da golpelheira, nada feito.
O ‘compósito’ do ultrarresistente miasma social é esse. E não há esterilizações, depurações, fumigações, ..., o que seja, eficazes.
Corre-lhes no sangue a torpeza, a sordície é comum desde os tempos de escola e vai atilando-se a par da idade e ‘experiência’, a escrotidão é o ‘quotidiano’. E nisto tudo esbarra.